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quinta-feira, 8 de abril de 2010

COISAS DA VIDA



Será que me vê ?
como te vejo sem fragmentos
só nós dois e os nossos momentos
estou pensando em você

Distante e solitário
mesmo estando ausente
em minhas partidas e retornos
estou pensando em você

Nas canções que ouço
e nos versos que eu componho
em imagens dos meus sonhos
estou pensando em você

Embora minha chegada
dura só até a próxima despedida
meu amor... são coisas da vida
estou pensando em você

Men@
®

POR QUE ? PORQUÊS E PORQUE...



Por que é isso ou aquilo ?
por que se é assim ou assado?
Por que há tantos porquês?
...porque está tudo errado !

Porquês que se vão passados
ainda gravados com tantos porquês...
Porque... os momentos frustrados
têm que ser lembrados... por que?

Por que certos e errados porquês
durante uma vida ao que se vê
tem forma dramática de se conviver
qual complicada gramática do Português?

Porque não se fala a mesma linguagem
em nome da paz para um mundo que clama
pelo amor universal que pede passagem
no idioma de um simples olhar fácil de entender

Men@
®

quarta-feira, 7 de abril de 2010

ESPIRAIS

Carmem Marisa
Imagem gentilmente cedida
Um anjo com os pés no chão
de olhar azul cor do mar
num brilho com a dimensão
de constelação estelar

Feito a luz das manhãs
e as tardes quentes de sol
que em noites prata lunar
vem prá me iluminar

Sem asas, manto ou véu
o perfume das flores me traz
e no amor do seu coração
minh'alma encontra com a paz

Envolta em espirais
com milhões de estrelas no céu
tatuando em mim seus sinais
volta em nuvens de gás

Men@
®

terça-feira, 6 de abril de 2010

VOA



Voa
prá bem longe do passado
seque todo o pranto amargurado
faça de um sorriso o seu presente
luz de uma nova alvorada

Voa
com a alma dencansada
livre dessa vida enclausurada
vise um horizonte no futuro
e deixe a solidão encarcerada

Voa
rumo a sua liberdade
sem cansar um só instante
siga os caminhos da verdade
em sua busca incessante

Voa
e só faça uma parada
quando esse amor tão ofegante
encontrar o coração da eterna amada
entre e faça lá sua morada

Men@
®

domingo, 4 de abril de 2010

VALE DA SOLIDÃO



Andando sem direção
divagando maus sentimentos
nos passos do desespero
da angústia, pranto e lamentos

Se encontram estradas e trilhas
prá um deserto sem demarcar rota
aos caminhos da depressão
numa ida que é quase sem volta

Miragens e sons distorcidos
qual murmúrios de rios e cascatas
dores que uivam como os ventos
que sopram montes e matas

Rochas e mares bravios
onde bradam por socorro os aflitos
e o vale da solidão responde
com ecos dos seus próprios gritos

Men@
®

OLHE PRÁ MIM AGORA



Olhe prá mim agora
desnuda e com frio, num imenso vazio
nem sequer conseguirá imaginar quanta dor
apenas verás minha imagem sem cor

Olhe prá mim agora
para um peito ferido e o corpo descoberto
pálido, com as marcas n'alma por certo
sem as cicatrizes visíveis por fora

Olhe prá mim agora
e descubra se há apenas um sentido
para deixar o meu coração partido
e simplesmente ter ido embora

Olhe prá mim agora
e encontre algum argumento
que convença os meus sentimentos
que para se amar tem hora

Men@
®

sábado, 3 de abril de 2010

VOCÊ SABE ?



Você sabe
que não existem motivos prá estar partindo?
exposta ao vento, desnuda ao relento
sequer, sem ter se vestido?

Você sabe
em qual direção está seguindo?
ou que atrás da porta deixada entreaberta
o que um outro coração está sentindo?

Você sabe
que feriu e deixou, quem sempre te esperou ?
e como doutor, se dedicou em curar a tua dor
secar o teu pranto e calar teu gemido ?

Você sabe
que mudou a estação e o inverno está vindo?
e que o teu único e aconchegante cobertor
com amor, o poeta te espera sorrindo?

Você sabe ?

Men@
®