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terça-feira, 17 de maio de 2011

ESCRAVO DA SAUDADE


Ah...se da saudade
não fosse um escravo
Aprisionado aos seus grilhões
sangrando o coração nos cravos
E espinhos nas mãos feridas
em busca da liberdade

Ah...se da saudade
do que hora é tão distante
Antes o bem perto fosse agora
e que sem exitar um instante
Do jugo libertasse sem demora
por justiça ou piedade

Ah...se da saudade
por sentença ou provimento
Um só momento do dia de uma vida
recebesse d'algema o livramento
prá abraçar a amada mais querida
e matar a solidão verdade

Men@
®

2 comentários:

  1. Oi Men@! Passando pra deixar um beijo. Saudade de ler seus lindos e românticos poemas amigo. Um beijo carinhoso pra vc.

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  2. Isto aqui esta cada
    vez mais lindo
    Aguardo sua visitinha no
    meu blog

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